A Polícia Civil de São Paulo informou nesta quarta-feira (25) que indiciou palmeirenses e corintianos por brigas entre torcidas organizadas que resultaram em mortes entre o ano passado e março de 2012.
De acordo com o delegado Arlindo José Negrão Vaz, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), três palmeirenses ligados à Mancha Alviverde foram indiciados pelo homicídio do corintiano Douglas Karin Silva, de 27 anos, encontrado morto no Rio Tietê em agosto de 2011. Segundo Vaz, também foi pedido à Justiça a conversão da prisão temporária para preventiva dos três suspeitos. A Justiça ainda não se pronunciou sobre o caso até as 10h30 desta quarta.
“O caso do corintiano morto no ano passado foi concluído. Os palmeirenses vão responder pelo crime e o caso será remetido à Justiça”, disse Vaz.
O delegado indiciou também dois corintianos pelos assassinatos de dois palmeirenses mortos durante confronto ocorrido no dia 25 de março, na Avenida Inajar de Souza, na Zona Norte da capital. Os suspeitos também vão responder pelos crimes de lesão corporal e formação de quadrilha. Além dos dois corintianos suspeitos pelas mortes, outros dois palmeirenses foram indiciados por participação no confronto. Eles responderão por formação de quadrilha – eles portavam armas, segundo a polícia.
Os seis palmeirenses que haviam sido detidos após a briga ocorrido no dia 25 de março deverão ser soltos nesta quarta-feira, após decisão judicial.
Os palmeirenses André Alves Lezo, de 21 anos, Guilherme Vinícius Jovanelli Moreira, de 19 anos, morreram após o confronto na Avenida Inajar de Souza. Lezo foi baleado e Moreira, golpeado com uma barra de ferro na cabeça. Cerca de 300 torcedores das torcidas organizadas se envolveram na confusão.
De acordo com o delegado Arlindo José Negrão Vaz, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), três palmeirenses ligados à Mancha Alviverde foram indiciados pelo homicídio do corintiano Douglas Karin Silva, de 27 anos, encontrado morto no Rio Tietê em agosto de 2011. Segundo Vaz, também foi pedido à Justiça a conversão da prisão temporária para preventiva dos três suspeitos. A Justiça ainda não se pronunciou sobre o caso até as 10h30 desta quarta.
“O caso do corintiano morto no ano passado foi concluído. Os palmeirenses vão responder pelo crime e o caso será remetido à Justiça”, disse Vaz.
O delegado indiciou também dois corintianos pelos assassinatos de dois palmeirenses mortos durante confronto ocorrido no dia 25 de março, na Avenida Inajar de Souza, na Zona Norte da capital. Os suspeitos também vão responder pelos crimes de lesão corporal e formação de quadrilha. Além dos dois corintianos suspeitos pelas mortes, outros dois palmeirenses foram indiciados por participação no confronto. Eles responderão por formação de quadrilha – eles portavam armas, segundo a polícia.
Os seis palmeirenses que haviam sido detidos após a briga ocorrido no dia 25 de março deverão ser soltos nesta quarta-feira, após decisão judicial.
Os palmeirenses André Alves Lezo, de 21 anos, Guilherme Vinícius Jovanelli Moreira, de 19 anos, morreram após o confronto na Avenida Inajar de Souza. Lezo foi baleado e Moreira, golpeado com uma barra de ferro na cabeça. Cerca de 300 torcedores das torcidas organizadas se envolveram na confusão.
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