>> O Conselho de Administração da Sercomtel exonerou o diretor de
Participações da empresa, Alysson Tobias de Carvalho, na tarde de ontem. Ele é
um dos denunciados no inquérito que investigou a compra de votos de vereadores
por filiados do partido PDT, do prefeito Barbosa Neto. Segundo nota enviada pela
Sercomtel, "membros indicados pelos sócios Município de Londrina e Copel tomaram
a decisão por unanimidade."
A assessoria de imprensa da operadora informou que um novo nome para o cargo deverá ser informado nos próximos dias. Enquanto isso, a Diretoria de Participações será acumulada interinamente pelo diretor administrativo-financeiro, Claudemir Molina.
Alysson de Carvalho foi indiciado pelo Gaeco por formação de quadrilha e corrupção ativa. Também foram indiciados o presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho; o ex-servidor público Ludovico Bonato; o ex-secretário de Governo Marco Cito; o chefe de gabinete do prefeito, Rogério Ortega; e o vereador Eloir Valença (PHS).
Marco Cito, Rogério Ortega e Ludovico Bonato continuam detidos na PEL II.
Eloir Valença teve a prisão preventiva indeferida pela Justiça, mas foi afastado
do cargo, assim como o presidente da Sercomtel.
Alysson de Carvalho teve a prisão preventiva decretada pela Justiça em 1º de maio. No dia 4, deu entrada no Hospital do Coração, sentindo fortes dores de estômago. Depois de uma semana internado, ele retornou à Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) II na tarde do dia 11 de maio. No dia seguinte, conseguiu um habeas corpus e deixou a prisão.
A presidente interina da Sercomtel, Eloíza Pinheiro, disse em entrevista ao JL que o foco principal da empresa é na continuidade dos negócios. "Como presidente interina, eu me reuni com os funcionários pela manhã [ontem] e pedi a todos que estavam trabalhando a 100% para trabalharem a 200%. Eu comuniquei o fato, expliquei o ocorrido [o afastamento de Roberto Coutinho da presidência] e agora nós temos que tirar o foco da política e nos voltar para o mercado."
Segundo ela, é importante "tranquilizar a população". "A empresa está de pé. Independentemente dos acontecimentos que ocorreram, nada vai ser prejudicado. Continuam os projetos, os investimentos, os serviços, tudo conforme estipulado nos planejamentos estratégicos da Sercomtel", declarou Eloíza.
Ela não quis comentar a exoneração do ex-diretor de Participações Alysson de Carvalho. "Essa decisão foi tomada pelos representantes dos sócios. Eu, enquanto presidente, não posso comentar as decisões do Conselho de Administração. Essas decisões são soberanas", explicou.
A reportagem tentou contato com o ex-diretor Alysson de Carvalho, mas o celular dele estava desligado. O advogado de Carvalho, João dos Santos Gomes Filho, não atendeu às ligações do JL no final da tarde de ontem.
A assessoria de imprensa da operadora informou que um novo nome para o cargo deverá ser informado nos próximos dias. Enquanto isso, a Diretoria de Participações será acumulada interinamente pelo diretor administrativo-financeiro, Claudemir Molina.
Alysson de Carvalho foi indiciado pelo Gaeco por formação de quadrilha e corrupção ativa. Também foram indiciados o presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho; o ex-servidor público Ludovico Bonato; o ex-secretário de Governo Marco Cito; o chefe de gabinete do prefeito, Rogério Ortega; e o vereador Eloir Valença (PHS).
Alysson de Carvalho teve a prisão preventiva decretada pela Justiça em 1º de maio. No dia 4, deu entrada no Hospital do Coração, sentindo fortes dores de estômago. Depois de uma semana internado, ele retornou à Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) II na tarde do dia 11 de maio. No dia seguinte, conseguiu um habeas corpus e deixou a prisão.
A presidente interina da Sercomtel, Eloíza Pinheiro, disse em entrevista ao JL que o foco principal da empresa é na continuidade dos negócios. "Como presidente interina, eu me reuni com os funcionários pela manhã [ontem] e pedi a todos que estavam trabalhando a 100% para trabalharem a 200%. Eu comuniquei o fato, expliquei o ocorrido [o afastamento de Roberto Coutinho da presidência] e agora nós temos que tirar o foco da política e nos voltar para o mercado."
Segundo ela, é importante "tranquilizar a população". "A empresa está de pé. Independentemente dos acontecimentos que ocorreram, nada vai ser prejudicado. Continuam os projetos, os investimentos, os serviços, tudo conforme estipulado nos planejamentos estratégicos da Sercomtel", declarou Eloíza.
Ela não quis comentar a exoneração do ex-diretor de Participações Alysson de Carvalho. "Essa decisão foi tomada pelos representantes dos sócios. Eu, enquanto presidente, não posso comentar as decisões do Conselho de Administração. Essas decisões são soberanas", explicou.
A reportagem tentou contato com o ex-diretor Alysson de Carvalho, mas o celular dele estava desligado. O advogado de Carvalho, João dos Santos Gomes Filho, não atendeu às ligações do JL no final da tarde de ontem.
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