sábado, 12 de maio de 2012

Olin, o outro herdeiro de Eike Batista, não quer saber dos negócios da família12 de maio de 2012 | 17:30 | Pessoas, Poderio | Eike Batista, Olin Batista Olin Batista - caçula de Eike quer andar pelas próprias pernas /Foto: Daniel Lewinsohn/Divulgação La Passion Lounge Olin Batista ainda não alcançou o posto de filho mais famoso do ex-casal Luma de Oliveira e Eike Batista. Mas, aos 16 anos, parece perto de chegar lá, mesmo que longe do bilionário mundo de cifras do pai, como conta a nossa coluna impressa de Época desta semana. “Quero demonstrar que posso fazer meus próprios negócios”, diz o rapaz, que divide suas paixões entre a recém iniciada carreira de DJ e o namoro com a modelo Jessica Gunter, de 15 anos. “Produzir e tocar é tudo o que passa pela minha cabeça no momento”, diz. A coluna acompanhou recentemente a segunda apresentação profissional de Olin, que cobra cachê entre R$ 5 mil e R$ 7 mil na boate La Passion Lounge, no Rio de Janeiro. Ele tem pinta de astro; manteve a pista lotada e arrancou gritinhos de meninas, também adolescentes, que se equilibravam em saltos altos estratosféricos. “Quando eu disse lá em casa que ia começar a tocar profissionalmente, até que a reação foi melhor do que eu pensava”, afirma. Diferente de Thor, irmão mais velho que desfila a bordo de carrões e curte noitadas cercado de amigos e seguranças, Olin demonstra ser mais discreto, ainda que tivesse circulado pela boate acompanhado de seis parrudos seguranças. “Não sou daqueles que só toca o que o público quer ouvir. Isso é um problema, porque muitos contratantes querem um DJ que só toque músicas comerciais, e eu odeio”. Leia o Blog completo Notas relacionadas As exigências de Jennifer Lopez para voltar ao país: nada de álcool e carne De doméstica a ‘Golden Girl’: Taís Araújo faz campanha usando joias de R$ 300 mil Claudio Belizario, expert do make, dá dicas em vídeo para Sephora Poderosos do turismo de Dubai vão invadir nossa praia no fim do mês -------------------------------------------------------------------------------- E-mail: brunoastuto@edglobo.com.br Últimos TweetsAs exigências de Jennifer Lopez para o primeiro show em São Paulo http://t.co/R400Xzh5 5 horas atrás Olin, o caçula de Eike Batista, não quer saber dos negócios da família http://t.co/kUJSsDW8 5 horas atrás De doméstica a golden girl: Taís Araújo é a nova garota-propaganda de mineradora e posa com joias de R$ 300 mil http://t.co/inqM7Ckg 10 horas atrás @sidneyrezende amigo querido! 11 horas atrás Capa da nossa @RevistaEpoca desta semana; na coluna, um papo com Olin, o caçula de Eike que não quer saber d http://t.co/mNCWotrM 12 horas atrás Tags Aguinaldo Silva Alessandra Ambrósio Anderson Silva Caetano Veloso Carlinhos Brown Carnaval 2012 Christiane Torloni Christian Louboutin Daslu Deborah Secco Dilma Rousseff Eduardo Paes Eike Batista Fashion Business Fashion Rio Gilberto Gil Gisele Bündchen Isabeli Fontana Ivete Sangalo Jennifer Lopez Juliana Paes Justin Bieber Lea T. Luana Piovani Luciano Huck Madonna Marcelo Serrado Marc Jacobs Mario Testino Michel Teló Narciza Tamborindeguy Oskar Metsavaht Paulo Borges Paulo Coelho Príncipe Harry Preta Gil Roberto Carlos Rodrigo Santoro Ronaldo Fenômeno São Paulo Fashion Week Sabrina Sato SPFW Suzy Menkes temporada de moda carioca UFC


Olin Batista ainda não alcançou o posto de filho mais famoso do ex-casal Luma de Oliveira e Eike Batista. Mas, aos 16 anos, parece perto de chegar lá, mesmo que longe do bilionário mundo de cifras do pai, como conta a nossa coluna impressa de Época desta semana. “Quero demonstrar que posso fazer meus próprios negócios”, diz o rapaz, que divide suas paixões entre a recém iniciada carreira de DJ e o namoro com a modelo Jessica Gunter, de 15 anos. “Produzir e tocar é tudo o que passa pela minha cabeça no momento”, diz.
A coluna acompanhou recentemente a segunda apresentação profissional de Olin, que cobra cachê entre R$ 5 mil e R$ 7 mil na boate La Passion Lounge, no Rio de Janeiro. Ele tem pinta de astro; manteve a pista lotada e arrancou gritinhos de meninas, também adolescentes, que se equilibravam em saltos altos estratosféricos. “Quando eu disse lá em casa que ia começar a tocar profissionalmente, até que a reação foi melhor do que eu pensava”, afirma. Diferente de Thor, irmão mais velho que desfila a bordo de carrões e curte noitadas cercado de amigos e seguranças, Olin demonstra ser mais discreto, ainda que tivesse circulado pela boate acompanhado de seis parrudos seguranças. “Não sou daqueles que só toca o que o público quer ouvir. Isso é um problema, porque muitos contratantes querem um DJ que só toque músicas comerciais, e eu odeio”.

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