O vereador Eloir Valença (PHS) foi transferido para a
Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II) por volta das 10h40
desta sexta-feira (4).
Valença estava internado no Hospital do Coração (HC) desde a última terça-feira (1º), quando se sentiu mal após ter a prisão temporária decretada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate do Crime Organizado (Gaeco).
O juiz Luiz Eduardo Asperti Nardi havia autorizado a
permanência do vereador no hospital até que fosse decidido o pedido de conversão
da prisão temporária de Valença em prisão preventiva.
O advogado do vereador, André Cunha, informou por telefone que o pedido ainda não foi apreciado pelo juiz. No entanto, não soube explicar por que Valença deixou o hospital. Cunha vai até Curitiba nesta tarde para impetrar um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça (TJ).
A prisão temporária do vereador vence neste sábado (5), mas o Gaeco informou que ainda nesta sexta vai entrar com pedidos judiciais para converter as prisões temporárias em preventivas.
Além de Valença, estão detidos da PEL II o ex-secretário Marco Cito, o atual chefe de gabinete da Prefeitura, Rogério Ortega e o ex-servidor Ludovico Bonato.
O diretor de participações da Sercomtel, Alysson de Carvalho, passou mal nesta madrugada e foi transferido da PEL II para o Hospital do Coração.
Cinco foram indiciados por formação de quadrilha e corrupção
O Gaeco concluiu na quinta-feira (3) o inquérito policial aberto para investigar a denúncia de tentativa de suborno ao vereador Amauri Cardoso (PSDB), para que ele votasse contra a abertura de pedido de Comissão Processante (CP) no caso Centronic.
Foram indiciados formalmente o ex-secretário Marco Cito, braço-direito de Barbosa Neto e atual coordenador do PDT; Rogério Ortega, atual chefe de gabinete da Prefeitura; Alysson de Carvalho, diretor da Sercomtel; Ludovico Bonato, amigo do prefeito; e o vereador Eloir Valença (PHS) por formação de quadrilha – cujas penas podem ir de um a três anos de prisão se condenados.
Os quatro primeiros também foram acusados por corrupção ativa (entre 2 e 12 anos de pena) e o vereador Eloir Valença por corrupção passiva (2 a 12 anos). “São todos integrantes de um grupo criminoso formado para defender os interesses da administração”, acusou Alan Flore, delegado do Gaeco. Um novo inquérito foi aberto para aprofundar detalhes da compra de apoio de vereadores para outras duas propostas que tramitam na Câmara, originadas no Executivo.
As investigações apontaram que o grupo ofertava propina e cargos na administração e prometia financiamento para campanhas eleitorais para vereadores dispostos a apoiar o prefeito Barbosa Neto na Câmara. “Para o vereador Eloir, foi ofertada a possibilidade de financiamento eleitoral da mesma forma que para o vereador Amauri Cardoso”, atesta o delegado.
Amauri, entretanto, denunciou o caso ao Gaeco, que passou a monitorar a aproximação com os vereadores até a data em que Ludovico Bonato foi preso em flagrante, no dia 24 de abril, após a entrega de R$ 20 mil em troca do apoio para barrar a Comissão Processante para investigar Barbosa no caso do uso de vigias pagos com dinheiro da Prefeitura na rádio de propriedade do chefe do Executivo.
Até o momento, o Gaeco não sabe a origem dos R$ 20 mil usados no pagamento de suborno ao vereador Amauri Cardoso. Com base em uma confissão informal de Bonato no dia da prisão, os policiais concluíram que o dinheiro foi levado pelo diretor da Sercomtel Alysson Carvalho e entregue para Marco Cito no estacionamento nos fundos da Prefeitura.
Valença estava internado no Hospital do Coração (HC) desde a última terça-feira (1º), quando se sentiu mal após ter a prisão temporária decretada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate do Crime Organizado (Gaeco).
O advogado do vereador, André Cunha, informou por telefone que o pedido ainda não foi apreciado pelo juiz. No entanto, não soube explicar por que Valença deixou o hospital. Cunha vai até Curitiba nesta tarde para impetrar um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça (TJ).
A prisão temporária do vereador vence neste sábado (5), mas o Gaeco informou que ainda nesta sexta vai entrar com pedidos judiciais para converter as prisões temporárias em preventivas.
Além de Valença, estão detidos da PEL II o ex-secretário Marco Cito, o atual chefe de gabinete da Prefeitura, Rogério Ortega e o ex-servidor Ludovico Bonato.
O diretor de participações da Sercomtel, Alysson de Carvalho, passou mal nesta madrugada e foi transferido da PEL II para o Hospital do Coração.
Cinco foram indiciados por formação de quadrilha e corrupção
O Gaeco concluiu na quinta-feira (3) o inquérito policial aberto para investigar a denúncia de tentativa de suborno ao vereador Amauri Cardoso (PSDB), para que ele votasse contra a abertura de pedido de Comissão Processante (CP) no caso Centronic.
Foram indiciados formalmente o ex-secretário Marco Cito, braço-direito de Barbosa Neto e atual coordenador do PDT; Rogério Ortega, atual chefe de gabinete da Prefeitura; Alysson de Carvalho, diretor da Sercomtel; Ludovico Bonato, amigo do prefeito; e o vereador Eloir Valença (PHS) por formação de quadrilha – cujas penas podem ir de um a três anos de prisão se condenados.
Os quatro primeiros também foram acusados por corrupção ativa (entre 2 e 12 anos de pena) e o vereador Eloir Valença por corrupção passiva (2 a 12 anos). “São todos integrantes de um grupo criminoso formado para defender os interesses da administração”, acusou Alan Flore, delegado do Gaeco. Um novo inquérito foi aberto para aprofundar detalhes da compra de apoio de vereadores para outras duas propostas que tramitam na Câmara, originadas no Executivo.
As investigações apontaram que o grupo ofertava propina e cargos na administração e prometia financiamento para campanhas eleitorais para vereadores dispostos a apoiar o prefeito Barbosa Neto na Câmara. “Para o vereador Eloir, foi ofertada a possibilidade de financiamento eleitoral da mesma forma que para o vereador Amauri Cardoso”, atesta o delegado.
Amauri, entretanto, denunciou o caso ao Gaeco, que passou a monitorar a aproximação com os vereadores até a data em que Ludovico Bonato foi preso em flagrante, no dia 24 de abril, após a entrega de R$ 20 mil em troca do apoio para barrar a Comissão Processante para investigar Barbosa no caso do uso de vigias pagos com dinheiro da Prefeitura na rádio de propriedade do chefe do Executivo.
Até o momento, o Gaeco não sabe a origem dos R$ 20 mil usados no pagamento de suborno ao vereador Amauri Cardoso. Com base em uma confissão informal de Bonato no dia da prisão, os policiais concluíram que o dinheiro foi levado pelo diretor da Sercomtel Alysson Carvalho e entregue para Marco Cito no estacionamento nos fundos da Prefeitura.
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