Paulo Frote não poderia concorrer à reeleição neste ano. Em 2009, ele foi condenado pela 5ª Câmara Cível de Curitiba por apropriação de salário de servidores que trabalhavam no gabinete dele. Frote recorreu da decisão e poderia ficar no cargo até que se esgotassem os recursos judiciais.
Suplente é líder comunitário no Parolin
Edson Parolin já havia entrado com uma representação no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) requisitando uma cadeira na Câmara. Isso porque o vereador João Cláudio Derosso pediu afastamento do PSDB após uma série de denuncias de irregularidades nos contratos de publicidade firmados pelo legislativo municipal no período em que esteve à frente da Casa.
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