De acordo com o secretário da Segurança Pública, Cid Vasques, a operação foi uma ideia que surgiu ao longo das reuniões periódicas que vinham sendo feitas com todos os setores de inteligência e em parceria com órgãos como Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Exército.
Segundo Vasques, esta é a primeira de várias operações que devem ocorrer a partir de agora, sem data específica ou horário determinado. Para o Comando-Geral da PM, coronel Roberson Luiz Bondaruk, a operação Nhapecani “trata-se de uma coordenação de forças inédita, a qual deve acontecer constantemente a partir de agora, que vai fechar as principais entradas de acesso aos municípios, rodovias coibindo a criminalidade em geral”.
A incidência de crimes violentos contra a pessoa (homicídios, latrocínios e lesões corporais) e contra o patrimônio (furtos e roubos), tanto às residências contra o comércio, assim como os casos de roubos e furtos em veículos também devem ser reduzidos. Para atingir estes objetivos, durante a operação, os policiais vão realizar batidas e 330 pontos de bloqueios, fiscalizando todos os tipos de veículos e estabelecimentos comerciais.
Os batalhões especializados da Polícia Militar também devem participar das ações, sendo elas: o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), o Batalhão de Patrulha Escolar (BPEC), o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) e o Regimento de Polícia Montada (RPMon), os quais devem atuar em conformidade aos Comandos Regionais de onde atuam Além deles, participam o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), O Batalhão de Policia Guarda (BPGD), em operações bloqueio, o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), juntamente com o 5º CRPM.
Na próxima segunda-feira (17/12), o balanço da “Operação Nhapecam” será divulgado em uma entrevista coletiva no Quartel do Comando Geral, a partir das 10h, com a presença de todos os órgãos que participaram da megaoperação. (Informações da Polícia Militar do Paraná)
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