Entre elas, uma parte dos salários tem sido pagos depois do dia 10 de cada mês e o restante, sem prazo definido; o FGTS não é recolhido há mais de quatro anos; o INSS é descontado dos trabalhadores, mas não é repassado à Previdência Social; até agora não foi realizado o pagamento do 13º, nem as férias dos professores.
"O SINPRO esteve na faculdade para verificar as irregularidades e recebeu a promessa da direção de que iria regularizar os problemas de agosto em diante, no entanto nada foi feito", informou o presidente do SINPRO, Eduardo Nagao.
Segundo Dorival Almeida Ferreira, presidente do CESOCOP, entidade mantenedora da Faculdade Dom Bosco, os salários de novembro serão regularizados até o dia 26 de dezembro.
Com relação aos outros problemas, ele não comentou. (Redação Bonde, com informações da assessoria de imprensa do SINPRO)
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