O espaço que deveria ser uma clínica para dependentes químicos era um galpão improvisado e insalubre. Os internos comiam restos de alimentos doados, com prazo de validade vencido e não recebiam acompanhamento médico ou psicológico.
A remoção foi solicitada pela Secretaria de Saúde ao Ministério Público de Toledo, que acatou a decisão, com base no relato de equipes da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Assistência Social sobre as instalações e o tratamento dado aos dependentes.
Oito dos jovens que estavam internados no local eram de Cascavel. Cinco de Toledo e os demais de outras cidades da Região.
Os que aceitaram a remoção foram levados para uma comunidade de tratamento mantida por uma igreja evangélica.
Nenhum dos dependentes químicos que estavam no Bom Samaritano aceitou a transferência para a Fazenda Esperança, que é referência no tratamento de drogados.
O responsável pela falsa clínica não voltou ao local desde a intervenção pública. Se for confirmada a denúncia de maus tratos ou negligência, ele poderá responder criminalmente. (Redação CATVE)
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