Um cidadão afirmou que desde o último domingo vem tentando consulta para sua esposa que tem cálculo renal, sendo uma das piores dores conhecidas e apesar da insistência, não obteve um resposta por parte dos funcionários do hospital municipal sobre a causa de não poder ser atendido.
Segundo o homem, um amigo passou pelo mesmo problema ao procurar a Santa Casa e acabou desistindo, depois de dois dias de espera.
A senhora da cidade de Abatiá aguardava atendimento desde as 7h horas da manhã e até às 17h não havia sido medicada e veio a desmaiar no setor de espera do pronto-socorro.
Outra cidadã procopense, mesmo apresentando uma carta médica durante a manhã, teve atendimento negado ao seu esposo que é funcionário público e foi aconselhada a voltar em outro horário e mesmo voltando na hora marcada, continuou esperando atendimento com mais pessoas.
Apesar das autoridades não se pronunciarem sobre o que realmente ocorre na Santa Casa e amenizam prometendo uma solução que nunca se concretiza, o sistema administrativo do hospital municipal procopense é arcaico e corporativista e se não houver uma solução imediata, corre o risco de ser interditado.
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