"O chefão é um covarde, porque ele fica escondido no Paraguai e não sai para fazer o serviço. Aí sobra para o pé-de-chinelo, para o laranja, que geralmente recebe de R$ 1 mil a R$ 2 mil para transportar essa droga. Esse também precisa de punição rigorosa, porque sem ele o tráfico não se sustenta e é ele quem acaba espalhando essa maldita droga que gera tantos transtornos".
Sobre o assunto pena de morte, ressaltado no vídeo, o sargento esclareceu que antes de tudo isso precisa ser discutido pelos políticos, para alteração nas leis. No entanto, ele explicou as condições em que a punição poderia ser considerada adequada.
"Temos que avaliar as condições. Há exemplos de traficantes que são presos diversas vezes, mas mesmo assim continuam executando o serviço. Nesse caso de repetida reincidência, de um caso que não tem solução, alguma coisa precisa ser feita. O que não pode é continuar como está".
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