Além da maconha, foram encontrados três livros sobre cultivo da planta e equipamentos usados para o cultivo.
No momento da prisão, foram encontrados com o veterinário quatro pés de maconha, segundo o delegado titular do Núcleo Metropolitano da Denarc, Guilherme Rangel. A suspeita da polícia é de que, além de o veterinário ser responsável pela plantação, também cultivava a planta geneticamente modificada.
A maconha geneticamente modificada tem princípio ativo maior que a comum. "Ele provavelmente estava produzindo para fazer o skunk, que é uma supermaconha com 17,5% de Tetrahidrocarbinol (THC). A maconha comum tem 2,5%de THC", explicou Rangel. (Redação Bonde)
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