O enterro de Eliérica aconteceu por volta das 15 horas. O corpo da jovem foi velado durante todo o dia no Velório Municipal, por onde passaram centenas de pessoas que não se conformavam com a tragédia.
Longe dali, em uma pequena propriedade rural, parentes velavam o corpo de Nielson Leite, que foi sepultado duas horas mais tarde no mesmo cemitério.
Ainda bastante assustada com a cena que presenciou, Selma Regina da Silva Desoreki, 42, vizinha da comerciária, contou não ouviu pedidos por socorro e que foi até o local ao ouvir gritos da irmã da vítima, Eligelcia Augusta de Lima, 21 anos.
Segundo a vizinha, Leite sempre demonstrou um comportamento tranquilo e enquanto o casal estava junto chegou a presenciar discussões, mas segundo ela, consideradas normais em um relacionamento. “Quando ouvi os gritos achei que alguém havia sido atropelado, mas quando cheguei na rua encontrei a irmã desesperada gritando que haviam matado a Eliérica. Em seguida soube do suicídio do Nielson. Quando vi a cena entrei em estado de choque, estou até agora sem dormir. Inexplicável!”, lamentou.
Parentes da jovem, inconsoláveis e inconformados com o crime, não quiseram se manifestar e pediram para que a imprensa não registrasse o sepultamento. (Redação Tanosite)
Nenhum comentário:
Postar um comentário