Quem conhece a irmã Cecília, conhece também seu incansável trabalho na comunidade por mais de vinte anos, desde atividades mais simples até grandes e reconhecidos trabalhos, mas todos de relevância.
A irmã Cecília é uma pessoa muito querida por todos e no momento passa por uma situação bastante difícil em consequência de uma série de equívocos cometidos diante de uma necessidade médica.
O fato é que a religiosa tem a graça de ter seus pais vivos e que moram em Cornélio Procópio, seu pai, de 100 anos, passou por uma cirurgia ocular e devido a este procedimento médico, tem de fazer um tratamento para recuperação da visão.
A irmã, detentora que é de um plano de saúde da Unimed, iniciou o tratamento de seu pai, seu dependente no plano e assim o fez por onze meses, sendo que neste período, houve pagamentos diversos no plano, entre outro e que parecia estar em dia.
Em dezembro de 2012, surpreendentemente, a irmã foi notificada de uma dívida sua com a Unimed, na qual estavam à conta dos onze meses de tratamento, num total de R$22.900,00, sem qualquer aviso prévio.
De imediato, a irmã deixou de usar o plano de saúde para o tratamento e começou a pagá-lo particular, com prejuízo da qualidade do material usado neste tratamento, porém muito mais barato e viável.
Em razão da modalidade do plano, jurídico e participativo, a administradora sob o qual a irmã Cecília está subordinada, assinou um acordo com a Unimed que declara que a despesa acima seria paga em dez parcelas, direto da pessoa jurídica.
E agora, com a irmã alheia aos fatos, tem uma dívida com a administração que está subordinada a pagar os valores referentes às parcelas.
Esta campanha tem o propósito de arrecadar os valores necessários para que a irmã Cecília esteja podendo sanar esta dívida, uma vez que apenas com os recursos próprios e familiares não será possível.
Toda a discussão jurídica acerca dos fatos, em que a irmã só tomou conhecimento depois dos doze meses, nem que foi ela quem fez o acordo e sim a responsabilidade jurídica da empresa, foi discutida e está permeada de legalidade, portanto a dívida é legítima.
O não pagamento da dívida pode implicar em cancelamento do plano de saúde, não apenas da irmã, mas de todo o grupo que faz parte da pessoa jurídica do plano, com prejuízos a muitas pessoas e com grande desonra para a irmã.
O pai da irmã Cecília continua fazendo o tratamento na sua modalidade, mais barata e economicamente viável, todo o esforço da religiosa acontece paralelo à administração da situação, pois seus pais precisam de acompanhamento diário e a irmã e familiares de cumprir suas obrigações profissionais, portanto ainda pagam para que alguém cuide deles.
Portanto, reconhecendo o trabalho da irmã em todos os anos de sua vida dedicada à igreja, a necessidade da quitação da dívida e a solidariedade reconhecida de todos os irmãos Cristãos, católicos ou não, é que vimos de público solicitar que entre nesta campanha conosco e convide outros irmãos a nos acompanhar nesta luta.
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