terça-feira, 3 de setembro de 2013

Adolescente morre afogado em rio em Andirá em encontro de grupo evangélico

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVAUm adolescente de 14 anos morreu afogado no início da tarde de domingo (1), na Represa Hidroelétrica Canoas 2, no Rio Paranapanema, em Andirá (52 Km de Cornélio Procópio). O garoto participava de uma excursão organizada por uma igreja evangélica com outros oito jovens e três responsáveis. Por volta das 13h, ele nadava com colegas quando afundou.
Acionados, os Bombeiros Comunitários de Andirá chegaram a pedir reforço da equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros de Bandeirantes. Porém, antes da chegada do resgate especializado, o menino foi encontrado morto a quatro metros de profundidade, próximo de onde afundou. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Jacarezinho.
O sargento dos bombeiros Márcio Felipe do Carmo explicou que o trecho do Rio Paranapanema não é indicado para banhistas. "Mesmo com a estiagem, a profundidade é grande pelo porte do rio. Outros fatores de risco são os galhos e pedras que prendem o banhista ao fundo", alertou. Esta foi a segunda morte por afogamento no ano registrada na região. Segundo Carmo, com a elevação das temperaturas, os acidentes em balneários tendem a aumentar.
O serviço de socorro a banhistas na região, tanto por bombeiros como pela Polícia Ambiental, se restringe apenas a quatro meses por ano, durante a Operação Verão Costa Norte. Carmo admite que o efetivo não dá conta de atender todos os pontos em que os moradores costumam se banhar.
A recomendação dos bombeiros é de que os banhistas evitem entrar na água em locais desconhecidos. A dica é sempre procurar lugares com supervisão de guarda-vidas. Também é importante evitar ingerir bebidas alcoólicas ou alimentos pesados antes de entrar em rios ou represas.
Prática comum, principalmente entre pescadores, nadar com roupas pesadas – calça jeans, sapatos – também é condenada. Outro acidente que pode ser evitado é o mergulho em locais com pedras ou de pouca profundidade. A supervisão constante de crianças é fundamental. (Redação Folha de Londrina)


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