De acordo com informações da Polícia Civil, ele estava acompanhado por um ex-sargento da Aeronáutica e outro homem quando pessoas na porta do local descobriram sua profissão. Houve troca de tiros com os organizadores da festa. O policial foi atingido pelos disparos e morreu no local. Após isso, ele teve seu corpo esquartejado, queimado, além de ser jogado no lixão do bairro.
Já o ex-sargento levou um tiro na nuca e foi encaminhado para o Hospital Municipal de São Vicente, onde passou por cirurgia e segue em recuperação. Já o terceiro homem, que não foi identificado, conseguiu fugir.
Uma testemunha que esteve num baile funk onde o policial Leandro do Nascimento Carvalho foi assassinado, na madrugada deste sábado (5), em São Vicente, no litoral de São Paulo, afirmou que o militar foi executado por rapazes ligados ao tráfico de drogas que estavam no local.
Segundo o relato do rapaz, que não quis ser identificado, a vítima foi morta com vários tiros efetuados, principalmente, no rosto. Em um dos disparos, um pedaço do corpo chegou a voar na testemunha. "Ele sofreu uns 22 tiros porque foi à arma dele e mais outra. Ele levou bastante tiro no rosto, pedradas, chutes. Judiaram bastante. Foram os próprios meninos que traficam. Chegavam perto do rosto dele e atiravam bastante. Eu estava perto numa hora e um pedaço do corpo voou em mim", contou.
A polícia encontrou um carro que teria sido utilizado pelos traficantes que assassinaram o policial. Dentro do veículo foi encontrado u galão vazio. As buscas pelos culpados pela morte de Leandro seguem. O corpo que seria do militar está no IML (Instituto Médico Legal) de Santos. Mas, ainda não foi possível realizar o reconhecimento devido ao estado em que foi encontrado. A perícia irá realizar um exame de DNA para confirmar a identidade.
Além disso, a polícia ainda informou que irá apurar as denúncias sobre venda e consumo de grandes quantidades de droga durante a festa. (Redação e imagem: G1)
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