No dia 10, uma estudante de 17 anos foi encontrada morta em seu quarto, no Piauí, depois que um vídeo em que ela aparece fazendo sexo com um rapaz e outra garota foi colocado no Whatsapp. Já no Rio Grande do Sul, uma menina de 16 anos se suicidou após ter fotos íntimas divulgadas por um ex-namorado.
A chefe do Núcleo Regional de Educação de Londrina, Lucia Cortez, acredita que a relação das crianças e adolescentes com a internet precisa estar na pauta de discussão das escolas e pais. O caso de Londrina não foi registrado formalmente no colégio, mas ela ressalta que os comentários aparecem e geram constrangimento.
"A gente tem discutido enquanto escola sobre o papel de orientar sobre o uso das tecnologias porque isso é um uso indevido. Precisamos fazer as crianças e adolescentes entenderem que para cada ação tem uma reação e muitas vezes a reação não é aquela que eles esperavam. Eles fazem isso de uma forma ressentida e depois têm as consequências, como constrangimento, comentários", colocou.
Lúcia ressalta que os pais são fundamentais nesse processo, inclusive no trabalho parceiro com as escolas para evitar que os estudantes sejam expostos. (Redação O Diário
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