Segundo a mãe, Valdira Castanho da Silva, o jovem tinha hábitos saudáveis, ia à academia de ginástica três vezes por semana, corria no lago nos fins de semana e havia feito exames cardíacos há cerca de um ano. “Com uma pessoa dessa idade você imagina que pode acontecer uma fatalidade, sofrer um acidente, mas nunca que vá morrer por causa de um infarto”, comentou.
Especialistas alertam que casos de morte súbita são comuns e podem vitimar pessoas jovens e saudáveis, inclusive com bom preparo físico. “Pessoas com registros na família de mortes súbitas precocemente precisam ter uma valorização maior, mesmo sem apresentar sintomas”, aponta o cardiologista Renieli Pittol. (Redação G1 Paraná)
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