O capitão da PM Alexandre Lopes Dias, integrante da Força Tarefa de Combate ao Crime Organizado, disse que a rodoviária é um ponto estratégico da chegada de drogas à capital. “Estávamos com policiais no local com a tarefa observar pessoas suspeitas que poderiam estar com drogas. Essa moça demonstrou nervosismo, ficava olhando para todos os lados. Na abordagem não sabia dizer de onde vinha e nem para onde iria.”
Dias contou que após a prisão e a apreensão da droga na bagagem de mão, a jovem não falou mais nada aos policiais. Não foi possível apurar, até o momento, quem seria o receptador da mercadoria que ela trazia para a capital paranaense. Ela também não apontou o fornecedor do material, que poderia render ao tráfico de drogas um faturamento de até R$ 125 mil, caso os comprimidos fossem vendidos a R$ 50 cada um. (Redação Gazeta do Povo)
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