Em seu almoxarifado, foram apreendidas caixas de papelão contendo boletins de produção ambulatorial, relativos aos anos de 2011 a 2014.
O Ministério Público requisitou à polícia judiciária instauração de inquérito policial para apuração de “Falsum” na administração do Cisnorpi, sendo que a Polícia Civil deverá nos próximos dias ouvir pessoas e apreender novos documentos.A juíza da Vara Criminal, Caroline de Castro Carrijo,atendeu o pedido.
Mattar afirmou enviar balancetes mensais inclusive para as prefeituras de forma transparente,"se houve qualquer tipo de ação errada,vamos agir junto com as autoridades e cobrar responsabilidades",salientou.
O promotor, em entrevista ao npdiario, detalhou que as supostas falhas são documentais e que as denúncias são sérias."Hipoteticamente,teria havido falsidade ideológica; o consórcio teria utilizado de dados antigos para 'engordar' relatórios;vamos confrontar os documentos", disse,adicionando: "a suposição é que houve fraude, mas não há indícios de desvio de recursos ou corrupção".
O inquérito foi instaurado por 30 dias podendo ser estendido por mais um mês.
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