O superintendente da Delegacia de Homicídios, Claudio Santana, esteve no local, pois inicialmente havia a notícia apenas de um achado de cadáver. A mãe encontrou a menina morta no apartamento onde moram, na Rua Clarice de Lima Castro, e acionou o socorro.
A menina possuía deficiência motora e psicológica, tinha necessidades especiais e tomava medicação. A mãe foi encaminhada ao 5º Distrito Policial para prestar depoimento sobre o que teria acontecido.
"Agora nós vamos esperar o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), o legista vai trabalhar para ver o que caracterizou a morte. A princípio não havia nenhuma lesão, nada que mostrasse algum tipo de morte violenta", destacou. (Redação O Diário)
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