O aposentado não sabe precisar a quantidade de buracos, mas afirma que a rua não existe mais. “Nos últimos dez anos a prefeitura vem e realiza a operação tapa buraco. Mas, na primeira chuva o material vai embora. Hoje, o asfalto não existe mais”, detalha Marcos Jorge. Para os moradores, a única forma de evitar o desperdício de dinheiro público é refazer o asfalto. “A prefeitura gasta dinheiro demais com ações que não resolvem. Por isso, só vamos deixar as máquinas chegarem à nossa rua quando for para refazê-la”, declara.
O aposentado explicou ainda que antes da manifestação, os moradores entregaram um abaixo-assinado na prefeitura pedindo pelas melhorias, participaram de diversas sessões na Câmara de Vereadores, mas nenhuma dessas ações deu resultado.
O secretário municipal de Obras, Walmir Matos, afirmou que o município respeita todas as manifestações da população, mas que os moradores também precisam respeitar os funcionários da prefeitura. Matos disse também que o município deve fazer um planejamento de recape de todas as ruas assim que uma licitação for concluída. “Se fizermos o serviço que queremos [operação tapa buracos] a rua ficaria em um melhor estado. Na hora do recape a via teria condições de receber essa obra. Não podemos nos pautar por demandas impostas sem vermos o conjunto da sociedade”, explica o secretário de obras.
A prefeitura disse que algumas vias já estão sendo recapeadas com recursos federais e, por isso, as obras nesses locais estão adiantadas. Mas, ainda não há previsão de quando a Rua Iugoslávia entrará nesse planejamento. (Redação G1 PR / Foto: Reprodução RPCTV)
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