De acordo com testemunhas, várias pessoas que estavam na rua viram a situação e gritaram para que o condutor parasse o veículo, mas não adiantou.
O proprietário da caminhonete envolvida no atropelamento afirmou à Polícia Civil que foi vítima de um assalto à mão armada e feito refém dentro do veículo no momento do acidente. Ele se apresentou na delegacia de Polícia Civil da cidade ainda no sábado para registrar um boletim de ocorrência.
O dono da caminhonete, Eder Andrade, afirmou que o assaltante o abordou em uma preferencial localizada a poucos quilômetros do local onde ocorreu o atropelamento. Ele contou que o criminoso o obrigou a pular para o banco do passageiro e abaixar a cabeça. Andrade afirmou que chegou a escutar barulhos, mas não sabia que o assaltante que conduzia o veículo tinha atropelado uma pessoa.
Andrade disse também que o assaltante o deixou em uma rua do bairro Palmeirinha, onde foi procurar ajuda para conseguir entrar em contato com a polícia. “Ele estava armado e eu não reagi, porque por um veículo não vale a pena. Ele continuou dirigindo por bastante tempo, a caminhonete pulava bastante, ele freava bastante. Depois de um tempo ele só mandou eu sair do veículo. Eu saí correndo", disse o proprietário da caminhonete.
A Polícia Civil afirmou que uma testemunha do acidente não reconheceu Andrade como o motorista da caminhonete na hora do atropelamento. Ele foi ouvido e liberado. O suspeito de dirigir a caminhonete e atropelar o idoso continuava foragido. A caminhonete também não foi encontrada pela polícia. (Redação G1 PR / Foto: André Salumucha)
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