Segundo a PM, o diretor do hospital teria dito que o anestesista não permitiria tal situação e que quem manda lá a despeito de qualquer lei são eles.
Conforme relatado em Boletim de Ocorrência, inclusive quem realizou o parto teria sido a enfermeira chefe, uma vez que o médico de plantão se encontrava no Distrito do Congonhas e não chegou a tempo para realizar o procedimento.
Diante do exposto, o solicitante foi informado quanto aos procedimentos legais pertinentes a serem tomados futuramente, caso queira junto à Justiça processar o hospital.
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