Conforme Wellington, o lanche gigante foi uma pequena amostra de um sonho – entrar para Guinness Book – o livro dos recordes. "Eu quero fazer um dog de cem metros e bater o recorde mundial de 76 metros", explica o empresário. Segundo ele, a marca não é tão fácil de ser batida porque as regras do Guinness exigem que o pão e a salsicha sejam inteiros. "Eu já pesquisei muitas coisas e estou certo de que vai dar muito trabalho. Mas a gente faz de tudo para chamar a atenção e agradar ao público", brinca Wellington.
Para montar o dog de três metros, Wellington precisou de 20 quilos de salsicha, nove quilos de maionese, 20 quilos de tomate, 10 quilos de milho e quatro quilos de batata palha. Para conseguir montar a salsicha inteira, ele processou várias e utilizou um cano de PCV como forma. O pão foi feito por um padeiro amigo dele, que também precisou improvisar a forma.
Foram necessárias duas horas para preparar o lanche completo. Depois de pronto, o cachorro-quente fez a alegria de pelo menos 50 famílias que acompanharam o processo de preparo.
"Acho que posso seguir a mesma linha para montar o de cem metros. Talvez não seja tão complicado assim, temos que ter planejamento", declarou o empresário.
Ainda no domingo, para movimentar ainda mais a lanchonete, Wellington decidiu fazer uma competição para saber quem comia mais lanches em menos tempo. Para o empresário, foi mais uma chance de divulgar o negócio. O problema é que os três competidores não estavam tão preparados assim.
O vencedor comeu três dogs e uma mordida do quarto. O segundo lugar comeu três inteiros, e o último comeu dois e meio. Para cada participante foram distribuídos 20 lanches. "Pra mim foi um sucesso. Quero fazer pelo menos duas vezes ao ano", comemora Wellington destacando que "o que vale mesmo é competir". (Redação G1 / Foto: Wellington Benedeti)
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