Pela liminar judicial, a Secretaria Estadual de Saúde tem dez dias para providenciar o marca-passo e a cirurgia ao bebê. "Só de pensar que ela vai ter o direito de ir para casa... É a melhor notícia do mundo", comemorou o pai.
Segundo ele, a menina foi internada em dezembro do ano passado com uma doença grave, que impedia que o organismo dela produzisse anticorpos e mecanismos de defesa contra outras patologias. Isabelly passou alguns meses sendo tratada no Hospital Infantil de Londrina, e só foi transferida para o Hospital das Clínicas da capita, em junho deste ano, também por conta de uma decisão da Justiça. No HC, a criança recebeu a medula da mãe e deu início a uma recuperação significativa. O pai do bebê elogiou o tratamento recebido por Isabelly no hospital de Curitiba. "é como se ela fosse filha deles".
Mello lembrou que a instalação do respirador artificial não vai resolver todos os problemas da criança. "Mas ela vai conseguir ter um convívio mais normal em casa e longe do hospital. Ela estando viva e batalhando já é uma alegria para gente", destacou.
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