Segundo Eloísa, a cidadão que acionou os bombeiros, o maior perigo é para os moradores da região, que podem a qualquer momento cair no bueiro que está a céu aberto, sem proteção.
Se um cão de porte médio caiu no bueiro, facilmente isso pode ocorrer com uma criança ou qualquer pessoa que passe pelo local, visto que ele está escondido em meio a um matagal, próximo a uma escola, salientou Eloísa.
A cidadã relatou ainda que só acionou os bombeiros após perceber que apesar de verem o cão preso no buraco, latindo e praticamente pedindo socorro, muitos que passavam pelo local não davam a mínima atenção para o pobre animal.
Para os socorristas do SIATE, isto é um caso grave de falta de fiscalização por parte da administração pública, pois na área onde está o bueiro não há calçamento, o mato está muito alto e o perigo é eminente, sem contar o risco de dengue, visto que ele está aberto, podendo acumular água, atraído o mosquito da dengue.
Para tal, mesmo que o quadro de funcionários da fiscalização seja reduzido, como é de conhecimento, impossibilitando o acompanhamento em todas as regiões da cidade, além de que muitos proprietários de terrenos não respeitam a ordem de manterem suas propriedades limpas, ações imediatas pode ser feitas, como o corte do mato e a colocação de uma tampa de proteção no bueiro, diminuindo o risco das pessoas que ali passam, informaram os socorristas que participaram do resgate do animal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário