Segundo ele, as empresas chegaram a sugerir pagar o PPR só em abril deste ano, mas a proposta foi rechaçada pela categoria. "Vamos esperar pela sexta-feira e fazer nova assembleia para analisar se as empresas cumpriram com o combinado", afirmou. Na avaliação de Silva, a falta de pagamento pode acabar em greve. "Alguns funcionários devem fazer um protesto na garagem dos ônibus na manhã desta quarta-feira, e o sindicato estará lá para apoiá-los", adiantou.
O presidente do Sinttrol explicou que o PPR foi criado para substituir o anuênio da categoria. "Na prática, é a mesma coisa. Eles só mudaram o benefício para evitar que o pagamento incida sobre os encargos tributários e, consequentemente, influencie no aumento da tarifa", destacou.
Cada funcionário recebe, anualmente, 60% ou mais de seu salário mensal por meio do PPR. Os custos totais das empresas com todos os trabalhadores ultrapassam o R$ 1,5 milhão.
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