De acordo com as investigações, há fortes indícios de que os responsáveis pela fiscalização das bagagens de passageiros vinham se aproveitando da função para facilitar a passagem de drogas pela área de embarque do terminal. Livres da fiscalização, as drogas eram entregues a outras pessoas, que embarcavam nas aeronaves com destino, principalmente a Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG).
Mesmo terceirizados, ambos devem responder como servidores públicos. Durante a ação, os agentes apreenderam uma arma calibre 38 mm sem registro e uma moto de luxo que pertenciam aos suspeitos. (Redação e foto: G1 PR)
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