sexta-feira, 6 de março de 2015

Professores da UEL mantêm greve e não querem mudanças na previdência

Assembleia na manhã desta quinta-feira (5) confirmou a manutenção da greve dos professores da Universidade Estadual de Londrina. O membro da diretoria do Sindpro/Aduel, Sinival Osório Pitanguari, condicionou a continuação do movimento à insistência do governador Beto Richa (PSDB) em fazer alterações na previdência dos servidores estaduais.

"Os professores querem que o governador arquive qualquer projeto de mudança na Paranaprevidência. Não aceitamos nenhuma investida para piorar a situação previdenciária dos funcionários. Além disso, cobramos um compromisso para que o governo pague a dívida que existe com a Paranaprevidência por conta de repasses não feitos em gestões anteriores (Roberto Requião e Jaime Lerner)", destacou Sinival.

O tesoureiro do Sindpro/Aduel apontou também a intenção da categoria de reabrir negociações com o governo. Entre outras coisas, os professores querem o pagamento imediato do terço de férias, a nomeação de servidores aprovados em concurso e a rejeição de um decreto assinado por Beto Richa estabelecendo uma comissão de reitores para analisar a autonomia das universidades estaduais.

Sinival adiantou que o sindicato vai manter conversa com outros movimentos grevistas para propor uma ação coletiva. "Queremos fazer um abaixo-assinado pedindo abertura de CPIs na Assembleia Legislativa para investigar a Paranprevidência e também a atual gestão do Estado. Queremos saber como o Paraná chegou a esse rombo financeiro".

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