"É hora da sociedade se mobilizar. Não dá para esperar pelo fim das atuais concessões para tentar baixar as tarifas. É preciso uma solução mais rápida e definitiva", defende o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) Ágide Meneguette.
O secretário-chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, explica que a maior parte das rodovias que formam o Anel de Integração é federal, e os trechos estão delegados ao Estado do Paraná até 2022. Com base nos atuais contratos, qualquer mudança precisa da anuência da União.
Os empresários sustentam que o momento econômico exige a retomada das negociações com as concessionárias para ampliação do volume de obras e redução dos preços das tarifas. Para as empresas é necessário buscar novas alternativas já que o pedágio "envolve o custo no transporte da produção agrícola e de mercadorias em geral, com consequentes reflexos no comércio, indústria e serviços".
O documento enviado para o Governo do Estado foi assinado pelos presidentes da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette; Federação do Comércio do Estado do Paraná (Fecomércio), Darci Piana; Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), Guido Bresolin; Associação Comercial do Paraná (ACP), Antonio Miguel Espolador Neto; e Sérgio Malucelli, da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar).
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