Citado no nono inquérito do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) sobre a rede de exploração sexual, o auditor também teria se relacionado sexualmente com outras seis adolescentes, conforme as investigações do Ministério Público (MP).
No pedido de habeas corpus, o advogado de Aranda, Walter Bittar, argumentou contra o fato de a prisão do cliente dele ter sido embasada, "apenas, em um reconhecimento de fotografia". "Também houve modificação das versões dos depoimentos das testemunhas ouvidas durante as investigações", completou. Bittar alegou, ainda, que a suposta vítima de estupro de vulnerável teria mudado a própria idade durante a formulação do inquérito do Gaeco.
O auditor José Luiz Favoreto Pereira, também suspeito de integrar a rede de exploração sexual, teve o julgamento do seu pedido de habeas corpus adiado para a próxima quinta-feira (28). "A juíza da 4ª Câmara Criminal do TJ faltou hoje e o julgamento precisou ser remarcado", explicou Bittar, que também é advogado de Pereira.
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