A ingestão teria ocorrido dentro do ônibus da Polícia Militar que transportava os detidos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), segundo o diretor do Departamento de Execução Penal (Depen) do Paraná, Luiz Alberto Cartaxo Moura.
De acordo com ele, Serapião teve permissão para levar seus remédios consigo. Porém, durante o translado da sede do Gaeco até a PEL 2, ingeriu todos os medicamentos de uma vez. "Quando deu entrada (na unidade prisional), já passava mal e outros que estavam dentro do veículo contaram o ocorrido", afirma Cartaxo.
Ainda segundo o diretor, Serapião foi levado à enfermaria da penitenciária, onde recebeu os primeiros socorros médicos antes de ser levado para o hospital – que confirmou a internação, mas não deu informações sobre o estado do paciente. Cartaxo também não soube dizer quais medicamentos o auditor preso engoliu.
artaxo informou ainda que, como o caso caracteriza tentativa de suicídio, o paciente permanecerá em observação no hospital, sob a guarda do sistema prisional, até que um laudo psiquiátrico indique quais cuidados Serapião enseja.
Segundo consta, essa seria a segunda tentativa de suicídio do acusado. A primeira teria ocorrido logo após vir à tona o conteúdo da delação do também auditor Luiz Antônio de Souza.
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