A atual proposta de reajuste salarial foi formulada pelos deputados da base do governador Beto Richa (PSDB) no final da última semana, e retificada pelo governo logo após ser apresentada aos servidores. Ela prevê 3,5% de reajuste aos servidores em outubro mais 8,5% em janeiro de 2016, o que, de acordo com o governo, seria suficiente para zerar a inflação deste ano. Já em maio de 2017, os funcionários receberiam novo acréscimo, correspondente ao primeiro quadrimestre (janeiro a abril) e, em 2018, a data-base voltaria para 1º de maio. Nilson Magagnin Filho disse que o poder público ainda possui diversas pendências com os professores da UEL, mas lembrou que a atual paralisação foi motivada, exclusivamente, por questões envolvendo a data-base.
As outras reivindicações, conforme ele, envolvem a nomeação de professores já aprovados em concurso público e o envio de mais recursos para as universidades.
Os professores da UEL estão em greve desde o final de abril.
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