Segundo a ANS, o novo porcentual valerá para planos contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98. As operadoras poderão cobrar valor retroativo entre o mês no qual o índice for aplicado e a data de aniversário. O reajuste anual vai incidir sobre o contrato de aproximadamente 8,6 milhões de beneficiários, segundo a agência.
A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que representa o setor, criticou o índice. "Nos últimos anos, os valores propostos pela ANS para reajuste estão abaixo da 'inflação médica', que representa o impacto de custos agregados de consultas, procedimentos, internações e exames."
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