Ela ainda acredita que os culpados pela morte da filha são os primeiros acusados pelo crime, quatro funcionários de um parque de diversões de Colombo, local onde a vítima foi vista pela última vez. "Nós escutamos tantas barbaridades hoje em dia e eles estão soltos. Ouvi dizer que um deles chegou a casar. Isso me deixa indignada. Não tenho dúvidas de que foram os quatro, eles sustentaram essa mentira até agora", completou.
Os jovens foram presos após confessarem o estupro seguido de assassinato à Delegacia do Alto Maracanã, mas o processo acabou invalidado depois que o quarteto acusou os policiais de tortura. Posteriormente, exames periciais no corpo da adolescente mostraram que não havia marcas indicando violência sexual, e que o DNA encontrado nas vestes de Tayná não era de nenhum dos suspeitos.
O caso segue sendo investigado pela DHPP, em Curitiba, mas corre em segredo de Justiça. (com informações da rádio Banda B)
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