Na ocasião, a Sanepar apresentou uma série de dados sobre a atuação da empresa em Londrina, além de informações referente aos investimentos programados para a cidade e uma breve justificativa dos valores pagos pela população.
"A topografia irregular existente em Londrina pesa de forma negativa para a Sanepar, já que, com o desnível geométrico que existe do Rio Tibagi até o centro da cidade, existe um grande custo de operação com energia elétrica. As bombas precisam fazer muita força para conseguir superar esse desnível e isso gasta muita energia. São termos técnicos que muitas pessoas desconhecem. A Sanepar arrecada muito, mas também custa muito operar e manter um serviço como o que nós temos hoje em Londrina", afirmou a gerente de planejamento estratégico da Sanepar, Cristiane Shwanka.
Embora a apresentação dos dados feita pela Sanepar denotem "pouco lucro" na operação em Londrina, Cristiane afirmou que a Companhia gostaria de ter um "casamento perpétuo" com o município.
"Temos obrigações financeiras contraídas para além do possível fim do contrato de concessão com a cidade de Londrina. Se hoje nós encerrássemos o contrato, teríamos R$140 milhões de reais em dívidas decorrentes de todos os investimentos feitos na cidade. Ficaríamos até 2033 pagando as contratações que fizemos para conseguir garantir o serviço", afirmou Cristiane.
Nenhum comentário:
Postar um comentário