Segundo o advogado do delegado, Cláudio Dalledone, Recalcatti agora responderá em liberdade. "Ele vai poder esclarecer toda essa armação. As informações (do processo) por enquanto estão bem restritas, mas com certeza foi um confronto. A defesa nega veementemente as acusações do Gaeco", afirmou. Dalledone disse ainda que deve pedir a extensão do habeas corpus aos demais acusados, que por enquanto seguem na carceragem da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) da capital. O mandado de prisão temporária tem duração de 30 dias.
As investigações dizem respeito à morte de Ricardo Geffer, ocorrida no dia 28 de abril, em Rio Branco do Sul, região metropolitana de Curitiba (RMC), em um suposto confronto com a Polícia Civil. A vítima teria participado, alguns dias antes, em uma quadra de futebol, do assassinato do ex-prefeito da cidade (mandato 1997-2000) João Dirceu Nazzari, que era primo do delegado. Um funcionário de Nazzaru também foi atingido e faleceu. Os autores dos disparos estavam encapuzados e não foram identificados.
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