Ele afirmou à Polícia que teria cometido o crime para evitar que o filho sofresse pela falta de condições financeiras da família. O homem teria jogado o menino em uma represa e depois asfixiado a vítima com as próprias mãos dentro do carro da família.
Há poucos dias do crime, Daniel teria recebido a notícia de que seria demitido do emprego e já tinha, inclusive, comentando com a esposa que, por este motivo, tinha vontade de tirar a vida dele, da esposa e do filho porque não teria como sustentar a casa.
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