Segundo os funcionários do estabelecimento, o meliante teria engatilhado a arma para amedrontá-los, dizendo que estaria disposto a matar para conseguir realizar o assalto, informou o policial militar.
Após subtrair cerca de duzentos reais do caixa, o perigoso meliante se dirigiu a um carro da marca VW de cor branca que estava estacionado em frente ao posto, o qual o motorista esperava para lhe dar fuga, seguindo os dois para rumo ignorado.
Imediatamente a PM foi acionada e após ouvirem as vítimas e testemunhas, chegaram à conclusão que os meliantes seriam dois indivíduos que eles haviam abordado momento antes, que foram liberados por não apresentarem nada de ilícito, relatou o SD Edson Costa
Como os PMs já sabiam que roupas eles usavam e suas características, diligências foram realizadas, onde os suspeitos foram facilmente localizados tomando cervejas em uma distribuidora de bebidas nas proximidades da antiga rodoviária, na área central da cidade.
Um dos suspeitos, de nome Alexsander, o rapaz que teria entrado armado no posto, estava cumprindo pena no regime semiaberto pelos crimes de porte ilegal de arma e tráfico de drogas. O outro, de nome Everton, não possuía passagens, sendo este o primeiro crime que teria cometido, descreveu o policial.
Eles foram questionados sobre o assalto, mas a princípio negaram, logo depois confessaram o crime, inclusive dando detalhes onde teriam deixado a arma para outra pessoa recolher.
Em virtude da confissão, os meliantes receberam voz de prisão e ao serem encaminhados para o devido procedimento, Alexsander começou a dar cabeçadas e chutes no interior da viatura, tentando simular uma agressão por parte dos policias, aonde veio danificar o veículo.
Já na sede da PM, enquanto era registrado o assalto para encaminhamento a 11ª SDP, Alexsander passou a negar crime, dizendo para a imprensa que apenas estava bebendo na distribuidora com o outro rapaz que ele tinha conhecido na noite anterior, quando os policiais chegaram para prendê-lo, inclusive sendo agredido por eles.
Enquanto isso, no mesmo local, Everton já dizia o contrário, afirmando que horas antes, ele e Alexsander bebiam em um bar na Rua Marechal Deodoro, quando ele foi convidado a participar do assalto e em um ato sem pensar, influenciado pela bebida, acabou concordando, servindo como motorista a fuga.
Chorando, Everton disse ser trabalhador no ramo de vendas e que se arrependeu, pedindo perdão para os pais e principalmente para o filho, de apensas seis meses
Para o SD Edson Costa, não restam dúvidas que eles seriam os autores do crime, visto que também foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas.
Edson Costa ainda comunicou que a PM intensificou o patrulhamento em áreas comerciais da cidade em decorrência de alguns assaltos que aconteceram recentemente, mas não acredita que estes meliantes tenham tido participação nestes outros crimes.
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