De acordo com as conselheiras que atenderam o caso, a mãe teria pedido ao padrasto para amarrar o filho porque ele estaria "saindo muito para a rua". O menino ficou imobilizado por quase cinco horas, período no qual esteve impossibilitado de se deslocar, comer e usar o banheiro. Ele não tem histórico de problemas disciplinares, mas já teria tentado fugir de casa algumas vezes - as conselheiras acreditam que isso se deva aos contínuos maus-tratos aos quais estaria sendo submetido.
Ao amarrar a criança nesta manhã, o padrasto teria desferido socos contra seu estômago para dominá-la mais facilmente. Como consequência, o garoto apresentou ânsia de vômito durante todo o atendimento das conselheiras tutelares.
As conselheiras também observaram que o corpo do garoto possui diversos ferimentos cicatrizados, provavelmente causados por agressões mais antigas. Ele seria levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Londrina ainda nesta tarde para passar por exame de corpo de delito.
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