De acordo com o coordenador do Gaeco, promotor Jorge Barreto da Costa, a intenção é unir forças para apurar denúncias, informações e demais indícios que possam levar aos assassinos. "Assim que surgiram as primeiras notícias, sinalizamos à PM e aos demais órgãos de segurança pública que ajudaríamos no esclarecimento dos fatos para apontar motivos e autores", afirma.
Foi realizada, nesta segunda, uma reunião entre Barreto e os promotores Leila Schimiti e Ricardo Alves Domingues, este do Tribunal do Júri, para acertar os detalhes do acompanhamento. "Domingues já acompanharia os casos por se tratarem de crimes contra a vida, mas faremos também um trabalho de controle externo das forças policiais e de ponte de ligação entre as polícias e o Judiciário", explica.
O Centro de Direitos Humanos (CDH) de Londrina também divulgou, nesta segunda, que pretende receber denúncias e informações de familiares das vítimas. O coordenador do CDH, Carlos Enrique Santana, criticou o fato de as investigações estarem correndo em sigilo. Para ele, além de mais transparência, seria necessária a nomeação de um promotor específico para acompanhar os inquéritos e oferecer eventuais denúncias à Justiça.
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