Segundo a PM, o que foi apurado no local é que houve uma briga na saída de uma festa universitária durante a madrugada de quarta-feira (2), onde várias pessoas ficaram feridas. O pai de uma destas pessoas, um jovem que foi levado pela equipe do SAMU para o hospital após a confusão, teria ido casa dos estudantes durante a tarde, para tirar satisfação, passando a ameaçá-los.
Mas para a Sra. Patrícia M. Moreira, mãe do rapaz internado na Santa Casa, a versão da PM e o que foi descrito no Boletim de Ocorrência feito pelo morador da república é falso, sendo a situação bem diferente da realidade.
Segundo Patrícia, após sair da festa promovida pelos estudantes na madrugada de quarta-feira, seu filho, de nome Jonathan, de 18 anos de idade, que nunca se envolveu em confusão, sendo um jovem tranquilo, sengundo ela, foi atropelado a caminho de casa por um rapaz de nome Felipe Teixeira, supostamente aluno da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que conduzia uma caminhonete.
A caminhonete seria uma pick-up Volkswagen Amarok, de cor preta, conforme apurado pelo site Anuncifácil com pessoas que estiveram na festa e presenciaram a agressão.
Além de ter sido atropelado, Jonathan ainda foi violentamente agredido pelo condutor, com ajuda de mais dois amigos, provocando graves ferimentos no rosto do rapaz, sendo necessário este passar por uma delicada cirurgia de reparação, relatou a mulher.
Para Patrícia, segundo relatos dos amigos de Jonathan, que tiveram que intervir no espancamento após seu filho ficar desmaiado no chão, agredido pelo simples fato de ter danificado o retrovisor da caminhonete, Felipe tinha real intensão de matar o jovem, que ficou com o rosto retalhado, fincando praticamente irreconhecível após receber vários chutes em sua face.
Patrícia afirmou que ela e seu esposo foram à procura de Felipe para pedir que ficasse afastado de seu filho e não para ameaçar o rapaz, visto que ouviu comentários que ele estava procurando Jonathan para uma nova agressão.
Patrícia informou que os familiares, juntamente com seus advogados, entraram com um processo criminal contra Felipe, que não demonstrou nenhum arrependimento, pelo contrário, mas até o momento ele não foi encontrado, pois mudou de endereço, estando este sendo procurado pela Justiça.
A mulher ainda disse que ficou indignada com o atendimento médico na Santa Casa em relação ao seu filho, que no primeiro momento, durante a madrugada de quarta-feira, após ser levado ao hospital pela equipe do SAMU inconsciente, foi liberado sem passar por um uma avaliação, mesmo apresentando vários sangramentos, sendo necessário um novo encaminhamento durante a manhã, onde exames mais completos apontaram para diversas fraturas no rosto do rapaz.
Patrícia afirmou que ela e o esposo, que esta muito nervoso com o que ocorreu com seu filho, tentaram entrar em contato com o diretor da Santa Casa, mas este não deu à devida atenção a gravidade do fato, pedindo somente que ela encaminhasse uma reclamação por escrito e diante disso, a família decidiu também por entrar com uma ação jurídica contra o hospital.
Em virtude dos fatos, a redação do site Anuncifácil esclarece que as matérias publicadas são baseadas em narrativas de policiais, socorristas e demais envolvidos que são encontrados no local no momento que é registrada a notícia, que será divulgada posteriormente, seja ela qual for, quando pessoas que estão ligadas diretamente a situação, ou presenciaram o ocorrido, desejam livremente dar o seu depoimento, o que foi feito em relação à matéria anterior.
Outras notícias são colhidas junto a parceiros e boletins oficiais, enviados para a imprensa em geral por órgãos de segurança pública e demais entidades, sendo os redatores os responsáveis pelo conteúdo do material a ser divulgado.
Sempre deixamos bem claro que em diversas situações, colocamos a nossa equipe de reportagem e nossos telefones de contato a disposição casa haja dúvidas, divergências, falta de informação ou interesse em reportar uma versão diferente do fato narrado, o que é nosso dever como membros da imprensa.
Agradecemos a Sra. Patrícia e enaltecemos seu ato de ter nos procurado para esclarecer sobre outros detalhes da situação que não tínhamos conhecimento, que já estão sendo acompanhados pela Justiça, como também aguardamos o contato da outra parte envolvida, ou seus representantes legais, caso haja interesse.
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