A Promotoria de Direitos Constitucionais, Saúde Pública e Saúde do Trabalhador, comandada pelo promotor Paulo Tavares, tem 10 dias para adequar os autos e encaminhá-los novamente.
No documento, Tavares alega que "as estruturas dessas obras não apresentam sinais de estabilização e sim expressivas rachaduras e fissuras nos muros de contenção", colocando em risco a vida das pessoas que transitam no local. A recomendação pedia, a princípio, a paralisação, e não a interdição de tráfego.
Nenhum comentário:
Postar um comentário