Durante a manhã foram cumpridos sete mandados de prisão temporária, 25 de busca e apreensão e sete de condução coercitiva. Um dos mandados de busca e condução coercitiva foi executado na casa do capitão Ricardo Eguédis.
Por volta das 9h05, o Eguedis chegou à sede do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM). Policiais civis carregavam sacolas plásticas, provavelmente com provas a serem analisadas. A imprensa foi mantida durante o tempo todo fora do prédio.
Era cerca de 11h30 quando os suspeitos saíram da sede do 5º BPM e foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame de corpo de delito. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), dos sete conduzidos coercitivamente, três policiais tiveram suas funções suspensas. São eles: capitão Ricardo Eguedis, soldado Leandro Crepaldi e soldado Eder Gomes da Silva.
Seis policiais militares foram presos temporariamente. São eles: Thiago Morales, Julio César da Silva, Jefferson José de Oliveira, João Paulo Roesner, Wilson Alex Bianchi, Danilo Alexandre Mori Azolini, conforme informações da Sesp. Um civil identificado como Fabio Lucena também foi preso por porte ilegal de arma.
Durante entrevista realizada na tarde desta sexta-feira, o secretário estadual de Segurança Pública, Wagner Mesquita, informou que as investigações ainda vão detalhar se os policiais presos ou convocados a prestar depoimento teriam participação direta nos homicídios. Também foi confirmada que houve ocultação de provas para atrapalhar as diligências.
Matéria atualizada às 16h. (Com informações dos repórteres Vitor Ogawa e Celso Felizardo, da Folha de Londrina).
Nenhum comentário:
Postar um comentário