No documento, o sindicato afirmou que 'não acompanha e tampouco interfere nos preços de seus associados. Em razão disso, apenas tomou conhecimento dos fatos pela mídia e desconhece o teor de processo formal envolvendo a matéria."
Apesar disso, o sindicato classificou a denúncia como 'grave'. Os representantes argumentaram que 'o mercado de revenda de combustíveis é extremamente dinâmico e competitivo e, por isso, as alterações de preços são constantes'.
"Caso seja constatada a prova de combinações ou ajustes entre concorrentes, que demonstrem efetivamente a formação do alegado cartel, os infratores devem ser punidos de acordo com a lei. Se isso não for comprovado, o sindicato não medirá esforços para recuperar a imagem dos denunciados", completa a nota.
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