O pedido de rescisão do acordo foi feito na segunda-feira (6) pelos promotores que atuam no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em razão de afronta ao termo de delação. Souza não poderia voltar a praticar delitos, mas, a quinta fase da Publicano 5 demonstrou que ele teria extorquido empresário do setor de abate de porcos para não revelar ao MP o "esquema bilionário" de sonegação fiscal do grupo ligado aos suínos.
Com a rescisão, o auditor perde benefícios, como o de deixar o regime fechado (ele está preso desde janeiro ano passado) para cumprir pena em regime domiciliar a partir de 30 de junho; e o de ressarcimento do erário em apenas R$ 20 milhões. Todo seu patrimônio poderá responder pelos danos causados pela suposta organização criminal incrustada na Receita Estadual de Londrina.
O advogado de Souza, Eduardo Duarte Ferreira, nega que o cliente tenha praticado crimes de extorsão.
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