O massacre de hoje superou ocorrido na Universidade Virginia Tech, em 2007, que deixou 32 mortos. Em entrevista à imprensa, o prefeito de Orlando, Buddy Dyer, disse que a cidade, um dos maiores centros turísticos dos Estados Unidos, está abalada, mas vai achar forças para superar os acontecimentos. "Nossa comunidade é forte. Precisamos ajudar uns aos outros para lidar com essa situação", disse. "Hoje estamos lidando com algo que nunca imaginamos e é inacreditável", acrescentou Dyer.
O oficial do FBI Ron Hopper, disse, em uma primeira entrevista, hoje de manhã, que as autoridades estavam trabalhando com a hipótese de o atirador ter ligações com grupos terroristas jihadistas. Mais tarde, em uma segunda entrevista, Hopper confirmou que o número de mortes chega a 50.
"Neste momento estamos observando todas os ângulos da investigação", disse Hopper. "Consideramos que essa pessoa [o atirador] tenha luma ideologia particular. Mas ainda não podemos [dizer] isso de forma definitiva, uma vez que precisamos avançar mais nas investigações."
Segundo o FBI, o atirador chegou à cena do crime de "forma organizada e bem preparado". De acordo com os investigadores, há sinais de que ele não é da região.
Omar Mateen estava sendo investigado já algum tempo, informaram policiais à rede de TV ABC News. Segundo o relato da televisão norte-americana, os pais de Mateen nasceram no Afeganistão.
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