De acordo com as provas verificadas durante a investigação, o primeiro episódio de corrupção ocorreu em 2013, quando um agente de cadeia teria aceitado receber propina de um preso para viabilizar a entrada irregular de bebida alcoólica na carceragem. Na mesma ocasião, ele teria solicitado propina ou exigido vantagens indevidas de outros presos. Em outro caso, ocorrido em março deste ano, um segundo agente teria viabilizado o ingresso de carregadores de telefone celular e bebida alcoólica no interior da carceragem, também mediante o pagamento de propina.
Os dois agentes denunciados não trabalham atualmente na Delegacia de Campo Mourão e poderão ser condenados a penas de até 12 anos de reclusão e multa. Além disso, estão sujeitos às sanções previstas para a prática de ato de improbidade administrativa, entre elas a perda da função pública, se for o caso; a suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos e o pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração recebida pelo agente.
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