quarta-feira, 6 de julho de 2016

Professores da UEL decidem pelo estado de greve; servidores prometem manifestações

Reprodução/SindiprolCerca de 200 professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar) de Apucarana (60 km de Londrina) promoveram uma assembléia na manhã desta terça-feira (5), no auditório do Centro de Ciências Humanas (CCH) da UEL, para discutir a posição da categoria em relação à possibilidade de descumprimento do acordo salarial firmado pelo governo estadual no ano passado.
De acordo com o vice-presidente do Sindiprol/Aduel, Nilson Maganin, os docentes decidiram, por unanimidade, ingressar no estado de greve, que permite uma paralisação permanente a qualquer momento. "Isso só deve acontecer se o governador Beto Richa enviar para a Assembleia Legislativa um projeto revogando a lei que instituiu a reposição das perdas salariais", argumentou o representante. Caso a greve seja confirmada, os campus da UENP em Cornélio Procópio, Jacarezinho e Bandeirantes, no Norte Pioneiro, da Unespar em Apucarana e da UEL ficariam sem aulas. 

HU e Hospital das Clínicas 

O Sindicato dos Servidores da UEL (Assuel) também se manifestou sobre o atual impasse envolvendo o governo e o funcionalismo estadual. A categoria decidiu ficar em em 'assembleia permanente', enviando representantes para acompanhar a tramitação do possível projeto que deve ser apresentado na Assembleia Legislativa. "Não optamos pelo estado de greve, mas continuaremos atentos da mesma forma", pontuou o presidente da Assuel-Sindicato, Marcelo Seabra. A entidade que representa 3.400 funcionários da UEL, Hospital Universitário (HU) e do Hospital das Clínicas (HC) também já está organizando caravanas com servidores para Curitiba. 

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