A USP alega ainda que teve a imagem manchada e diz apurar "eventual infração funcional referente à confecção e à distribuição da substância". O advogado do pesquisador, Fábio Soares, nega a acusação e afirma que a instituição sempre soube que a fosfoetanolamina era produzida no local.
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A fórmula foi criada nos laboratórios do Instituto de Química da USP de São Carlos, no interior de São Paulo. A sindicância foi aberta por determinação do reitor da universidade, Marco Antonio Zago. No entanto, como corre em segredo, o processo não teve detalhes divulgados.
A fosfoetanolamina tem sido motivo de grande polêmica porque supostamente combateria tumores cancerígenos e chegou a ser usada por muitas pessoas. Porém, nenhum dos testes científicos feitos até o momento comprovou sua eficácia. Por isso, a pílula não pode ser considerada um medicamento.
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